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Polícia Federal investiga fraudes em contratos do Samu em Goiânia
Uma operação da Polícia Federal (PF) investiga fraudes praticadas por empresas vencedoras de licitação para manutenção de ambulâncias do Samu em Goiânia.
Samu de Goiânia
Segundo dados da investigação, a empresa vencedora do contrato simulava serviços de manutenção de ambulâncias e emissão fraudulenta de notas fiscais.
Mandados foram cumpridos em Goiânia e Aparecida de Goiânia. Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) identificaram serviços suspeitos entre 2022 e 2024 em metade de frota de ambulâncias.
Manutenção de frota parada
Parte da frota estava inativas, e mesmo assim estavam na lista de veículos que recebiam manutenção e até serviço de lava jato.
Pelo menos R$ 2,4 milhões entrou na estimativa de gastos com a frota inativa de ambulâncias do Serviço Móvel de Urgência (Samu), na gestão do ex-prefeito Rogério Cruz). Em nota, Rogério Cruz de que ele não está sendo investigado na operação, e que os alvos são servidores das empresas contratadas.
Servidores públicos investigados
A Operação Check-up 192 investiga empresários e servidores públicos que podem estar envolvidos no esquema de desvio de recursos públicos.
Só foi possível identificar a movimentação criminosa a partir de uma auditoria feita pelo Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde, subordinada ao Ministério da Saúde.
A empresa vencedora da licitação tinha contrato na ordem de R$ 8 milhões, sendo que, deste montante, R$ 2,8 milhões foi destinado para a manutenção da frota do Samu.

