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Policiais militares são presos por assassinato de Fabrício Brasil

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Assassinato de Fabrício Brasil

Dois policiais militares de Goiânia foram presos em uma operação da Polícia Civil que investiga o assassinato do empresário Fabrício Brasil, morto em outubro deste ano.

Assassinato de Fabrício Brasil

Uma das linhas de investigação aponta que dois sargentos presos na operação foram os executores do crime, com suspeita da participação do coronel da PMGO, Alessandro Regys, que é suspeito de ter participação no homicídio.

O coronel ocupava a Superintendência de Aviação da Casa Militar do Estado de Goiás. A vítima do homicídio já havia sido julgada em 2019, quando foi indiciada por abuso sexual contra um familiar do coronel, mas foi inocentada após ser condenada em primeira instância.

Linhas de investigação

O caso é investigado pela Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), da Polícia Civil, que trabalha com outras linhas de investigação sobre o assassinato de Fabrício Brasil.

Além de uma possível vingança pelo crime de estupro de uma parente do coronel citado na investigação, a polícia trabalha com a hipótese de que o crime possa estar ligado aos negócios da vítima, incluindo transações em moeda digital, o que teria causado grandes prejuízos a um grupo de pessoas.

Morte de Fabrício

A morte do empresário foi registrada por câmeras de segurança, que mostraram dois homens chegando em uma moto e efetuando vários disparos contra Fabrício, no momento em que ele descartava o lixo de sua empresa.

Segundo as investigações, os dois homens eram sargentos da Polícia Militar, que tiveram a ajuda de outras duas pessoas para ocultar a moto usada no crime, também presas na operação.

Descarte de moto

O trajeto do homem que escondeu a moto foi rastreado pela polícia por meio de câmeras de segurança. Para a Polícia Civil, a moto usada pelos PMs no crime foi escondida em uma região do Setor Village Campos Verdes.

Outra linha de investigação foi o envolvimento de Fabricio em uma movimentação financeira suspeita por meio de um contrato com a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, quando era conselheiro da União Mais Saúde (UMS).

Dinheiro público

A Polícia Civil investigou o caso por meio da Operação Speed Cash, que apurou crimes de lavagem de dinheiro, estelionato e possível ligação com organização criminosa. No contrato entre Fabrício e a SMS, houve o repasse na ordem de R$ 10 milhões para a entidade da qual Fabrício era diretor, em agosto de 2024, na gestão do ex-secretário Wilson Pollara.

A produção não conseguiu contato com a defesa dos citados para o direito de resposta, estando o espaço aberto para manifestação dos citados.

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